terça-feira, 21 de abril de 2009

OI AMOR

Eu nem tinha saído do teu lado na segunda-feira e já sentia a dor que a distância me Causaria.
Hoje percebo e sinto a intensidade como ela me tortura.
É uma dor seca, que toca lá no fundo do corpo, atingindo em cheio minha alma.

Por falar da alma, ela já não come, já não bebe, e agora deu de não conseguir mais respirar, tamanha a angústia que aperta meu peito, e sufoca com um nó minha garganta,
ela não consegue viver sem sua alma gêmea.

O afastamento do momento parece criar abismos por onde voam urubus,
prontos para atacar a carniça, hoje me sinto assim, meio alvo de uma avalanche de tristezas causadas pela distância do meu amor.

Apego-me no fato de amanha poder estar ao teu lado, quieto, em silêncio, abraçado. Sentindo teu cheiro, teu calor, tua alma perto da minha. Não deixa os urubus te atacarem, espere por mim que eu estou chegando para no meu peito colocar tua cabeça, limpar tua energia.

Deixa-me abastecer teu espírito de alegria, trocar segredos, caminhar, rir , chorar, debochar, ler, conversar, e tantos outras coisas, que só sei fazer contigo. Nunca esquece que existe algo maior em tudo que fazemos, em tudo que passamos em tudo que vivemos em tudo existe AMOR.
E eu te AMO.

Um comentário:

  1. Solange Borguesan7 de março de 2010 16:09

    Lindo, Lindo, Lindo!
    Tuas palavras transmitem a certeza de que o amor existe, e que a felicidade está mesmo em detalhes pequenos espalhados no tempo e na alma de quem ama....

    ResponderExcluir